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Shirakami Sanchi: A Cadeia Montanhosa Considerada Patrimônio Mundial da Humanidade
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JHSP Online
5.10.2020

Shirakami Sanchi: A Cadeia Montanhosa Considerada Patrimônio Mundial da Humanidade

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5.10.2020

UNESCO (Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura) realiza um trabalho de identificação de lugares, saberes e costumes que desempenha papel de grande importância para a sociedade e sua História, visando a preservação e proteção de bens culturais e naturais. Adotada a partir de 1972, a Convenção para a Proteção do Patrimônio Mundial, Cultural e Natural é um marco regulatório internacional para a definição do conceito de patrimônio e estímulo para sua preservação.

Uma lista contendo os patrimônios mundiais, sejam eles tangíveis ou imateriais, é atualizada anualmente por um comitê organizador com representantes de diversas nações. Esse grupo analisa novas manifestações e localidades elegíveis e também investiga aquelas cujo gerenciamento não está sendo adequado. Atualmente, a listagem reúne mais de mil heranças mundiais da humanidade.

Hoje, o Japão possui 23 localidades e aspectos de sua cultura reconhecidos e sob leis de proteção em escala global, sendo quatro bens naturais. Shirakami Sanchi, inscrito como patrimônio natural em 1993, é uma extensa cadeia montanhosa situada na fronteira entre as províncias de Aomori e Akita, na região de Tohoku, ao norte do arquipélago japonês. O lugar guarda a última e maior floresta de faia da região, um tipo de árvore densa com copas ovaladas ou arredondadas, podendo atingir mais de 30 metros de altura. Por sua madeira não ser considerada nobre, muitas florestas foram devastadas e hoje Shikami Sanchi é um símbolo da conservação desta floresta nativa.

Com um ecossistema rico que inclui espécies animais como o urso preto japonês (Ursus thibetanus japonicus), o pica-pau preto (Dryocopus martius) e o macaco japonês (Macaca fuscata), o ambiente com tanta diversidade e em pleno funcionamento demonstra sua admirável harmonia ao longo dos séculos.

Por ser uma área de proteção ambiental, seu interior permanece intocado, sendo possível a exploração turística em seu entorno – com passeios ecológicos e ao ar livre, como trilhas, idas à cachoeiras, visitas a desfiladeiros e vales.

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